quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Prévia do PIB indica crescimento de 1,35% em 2012.

IBC-Br, medido pelo Banco Central, avançou 0,26% em dezembro ante novembro e 0,62% no quarto trimestre em relação ao terceiro.

Funcionários da Lupatech, produtora de equipamentos industriais para o setor de óleo e gás
IBC-Br incorpora estimativas para a produção em serviços, indústria e agropecuária (Germano Luders)
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,26% em dezembro ante novembro e encerrou 2012 com alta de 1,35%, de acordo com dados dessazonalizados, informou o BC nesta quarta-feira.

Na comparação com o terceiro trimestre, o IBC-Br avançou 0,62% nos últimos três meses do ano, acima da projeção de analistas, que esperavam uma alta de 0,4% na comparação mensal em dezembro, de acordo com a mediana de 18 projeções. As contas variaram de alta de 0,10% a 0,70%.

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária.

Na segunda-feira, o relatório Focus do Banco Central mostrou que o mercado financeiro está esperando uma expansão de 3,08% em 2013 e de 3,65% em 2014, depois de revisar para baixo essas projeções. A projeção para a produção industrial, setor que mais prejudicou o desempenho econômico brasileiro em 2012, também foi reduzida pelos economistas consultados pelo BC para a pesquisa, passando de 3,1% para 3% em 2013 e de 3,7% para 3,5% em 2014.
Fonte:veja

Inadimplência das empresas sobe 10,4% em 2012, diz Serasa.


Alta é consequência da maior inadimplência do consumidor, avalia.
Em dezembro sobre novembro, contudo, houve queda de 4,9%.









A inadimplência das pessoas jurídicas cresceu 10,4% em 2012 sobre 2011, revela nesta quinta-feira (31) Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas.
Na comparação de dezembro com novembro, contudo, houve recuo de 4,9%. Sobre dezembro de 2011 o decréscimo foi de 0,7%.

A alta em 2012 é consequência da maior inadimplência do consumidor, que afeta as contas das empresas, avaliam os economistas da Serasa, em nota. Reflete, ainda, a menor capacidade de geração de receitas em um cenário de baixa atividade econômica e dificuldades em honrar financiamentos tomados para expansão do negócio e para pagar fornecedores. A inflação também pesou às empresas, avalia a Serasa.

As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) tiveram um valor médio de R$ 760,96 em 2012, um crescimento de 2,3% ante 2011.

As dívidas com bancos tiveram um valor médio de R$ 5.250,10, 1,6% de alta na relação com 2011.  Os títulos protestados tiveram valor médio de R$ 1.954,82, com elevação de 8,4%.  Os cheques sem fundos tiveram valor médio de R$ 2.347,49, aumento de 12,3% sobre 2011.

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